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Fevereiro Laranja: conscientização sobre Leucemia destaca urgência do diagnóstico precoce e tratamento no SUS

A Importância do Laranja em Fevereiro

O mês de fevereiro se veste de laranja para dar visibilidade à leucemia, um tipo de câncer que afeta o sangue e a medula óssea.

Diferente de outros tumores que formam massas sólidas, a leucemia se manifesta de forma sistêmica, o que torna o conhecimento sobre seus sintomas e o diagnóstico rápido essenciais para um tratamento bem-sucedido. A campanha Fevereiro Laranja tem como objetivo desmistificar a doença e incentivar a detecção precoce.

Entendendo a Leucemia

A leucemia tem origem na medula óssea, o local de produção das células sanguíneas. Ela surge quando os glóbulos brancos (leucócitos) sofrem mutações genéticas e se multiplicam de maneira descontrolada. Essas células anormais substituem as células saudáveis, como glóbulos vermelhos, outros tipos de glóbulos brancos e plaquetas, comprometendo o sistema imunológico e a capacidade do corpo de transportar oxigênio.

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Tipos e Sintomas da Doença

A leucemia é classificada com base na velocidade de progressão e no tipo de célula afetada. As leucemias agudas progridem rapidamente e exigem tratamento imediato, enquanto as crônicas evoluem lentamente e podem não apresentar sintomas claros no início.

Os sintomas da leucemia estão frequentemente ligados à falta de células sanguíneas saudáveis e podem incluir palidez, fadiga, falta de ar, infecções frequentes, febre, surgimento de manchas roxas na pele, sangramentos, inchaço dos gânglios linfáticos e dores ósseas.

Prevenção e Detecção Precoce

Embora não haja uma forma comprovada de prevenir a leucemia, a adoção de hábitos de vida saudáveis pode ajudar a reduzir os riscos. O mais crucial, segundo o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, é estar atento aos sinais da doença, pois a detecção precoce é fundamental para evitar que ela evolua para quadros mais graves.

Tratamento e Rede Pública de Saúde

Os tratamentos para leucemia evoluíram significativamente nas últimas décadas, com opções como quimioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea. A escolha do tratamento é individualizada, considerando o tipo de leucemia e as características do paciente.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos esses tratamentos de forma gratuita. O primeiro contato para diagnóstico e encaminhamento é feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Transplantes de Medula Óssea no Paraná

Em 2025, o estado do Paraná registrou um número expressivo de transplantes de medula óssea. Foram realizados 123 transplantes com doador aparentado e 125 transplantes autólogos, onde as próprias células-tronco do paciente são utilizadas.

Além disso, ocorreram 46 transplantes com doador não aparentado, que envolvem a busca por doadores compatíveis através do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).


Alfredo R. Martins Jr. é jornalista e a voz principal do Jornal O Paranaense. Formado em Comunicação Social com especializações em Marketing e Gestão de Comunicação, possui mais de 17 anos de experiência na análise do cenário paranaense. Sua missão é traduzir a complexidade da política, economia e cultura do estado em informação clara, acessível e relevante para o leitor.
Alfredo R. Martins Jr.
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