(Foto: Marcelo Camargo)
O grupo de médicos concluiu o módulo de acolhimento e avaliação do programa e chega a partir desta semana para reforçar a atenção primária e a saúde indígena em 180 municípios e 15 DSEIs do Brasil.
O Programa Mais Médicos do Ministério da Saúde ganha um reforço significativo a partir desta semana. Um grupo de 407 médicos formados no exterior, que concluíram com sucesso o Módulo de Acolhimento e Avaliação do programa, está começando a atuar no Sistema Único de Saúde (SUS) em diversas regiões do País. A previsão é que estes profissionais sejam alocados em 180 municípios e 15 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), distribuídos por 22 estados brasileiros.
Impactos esperados e preparação
De acordo com nota divulgada pelo Ministério da Saúde, a chegada desses médicos é esperada para gerar impactos positivos nas comunidades que serão atendidas. Entre os benefícios citados estão a ampliação do acesso aos serviços de saúde na atenção primária, a redução do tempo de espera por atendimento – facilitada pela utilização do prontuário eletrônico do SUS (e-SUS APS) – e avanços importantes na saúde indígena.
Antes de iniciarem suas atividades nas novas localidades, os profissionais passaram por um treinamento específico, preparando-os para atuar em situações de urgência e emergência e também para enfrentar doenças prevalentes nas regiões de destino, como a malária.
Monitoramento e alcance do programa
O Ministério da Saúde informou que acompanha de perto o desempenho dos profissionais do Mais Médicos para garantir a eficácia do programa e a qualidade do atendimento à população. O e-SUS APS é destacado como um dos principais instrumentos de monitoramento, permitindo registrar o histórico dos pacientes e facilitando a integração entre a atenção primária e outros níveis de cuidado. Atualmente, o Programa Mais Médicos conta com cerca de 24,9 mil profissionais atuando em 4,2 mil municípios brasileiros, cobrindo 77% do território nacional.
Segundo o ministério, 1,7 mil dessas cidades apresentam altos níveis de vulnerabilidade social. A meta do programa é expandir ainda mais, alcançando 28 mil profissionais em atividade até o final de 2025. Em dezembro de 2024, o programa já havia registrado um marco ao atingir o maior número de médicos em atuação nos Distritos Sanitários Indígenas (DSEIs), com 601 profissionais dedicados a essas regiões.
Agência Brasil
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