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Mostra da 36ª Bienal de São Paulo chega ao MON com foco na relação humana com a terra

Mostra da 36ª Bienal de São Paulo chega ao MON com foco na relação humana com a terra

(Foto: Natt Fejfar)

Mostra da 36ª Bienal de São Paulo chega ao MON com foco na relação humana com a terra


Exposição desembarca em Curitiba nesta quinta-feira (19) com obras de 18 artistas e curadoria focada na relação humana com a terra e o solo.

O Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, volta a ser palco de um dos eventos de arte mais importantes do mundo. A partir desta quinta-feira, 19 de março, o museu recebe a mostra itinerante da 36ª Bienal de São Paulo, consolidando uma parceria de sucesso que já ocorre pela terceira vez.

A exposição traz à capital paranaense um recorte especial da mostra original, que atraiu mais de 784 mil visitantes ao Pavilhão Ciccillo Matarazzo no ano anterior. A visitação no MON ficará aberta ao público até o dia 7 de junho de 2026.

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Um recorte pensado para o Paraná: a relação com a terra

O grande diferencial do programa de itinerâncias da Bienal é a capacidade de reconfigurar o debate artístico para dialogar com as realidades locais. Em Curitiba, a curadoria ficou a cargo de Anna Roberta Goetz, em conjunto com o cocurador André Pitol, e o projeto expográfico é assinado por Tiago Guimarães.

Como o Paraná é um dos maiores centros agrícolas do Brasil, a exposição montada no MON mergulha em temas relacionados ao solo e à terra.

“A exposição explora a origem e a base de toda a vida em relação ao solo e à terra a partir de perspectivas biológicas, ecológicas e espirituais. Também levanta questões sobre direitos de propriedade, bem como sobre as responsabilidades e a prestação de contas que surgem de nossa dependência do solo.” — Anna Roberta Goetz, cocuradora da 36ª Bienal.

A mostra reúne obras de dezoito participantes do Brasil e do exterior, incluindo nomes como Adjani Okpu-Egbe, Alain Padeau, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Emeka Ogboh, Forensic Architecture/Forensis, Gervane de Paula, Maria Auxiliadora, entre outros.

Democratização da arte e ações educativas

A presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Andrea Pinheiro, destacou que Curitiba e o MON são aliados fundamentais no compromisso de descentralizar o circuito artístico e fazer com que a arte reverbere por todo o país.

Para a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, receber a exposição amplifica a missão do museu.

“A arte deve alcançar o maior número possível de pessoas, rompendo barreiras e sensibilizando todos os públicos. […] Ao participar da itinerância desse importante evento, o MON reafirma sua missão de fazer a arte chegar a todos.”

Além das obras nas Salas 1 e 2, o programa conta com um forte eixo educativo, oferecendo formações, palestras e visitas mediadas para estudantes e professores.

Serviço: 36ª Bienal de São Paulo no MON

O tema geral desta 36ª edição é “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”, inspirado na obra da escritora Conceição Evaristo. Programe-se para participar:

  • Local: Museu Oscar Niemeyer (Salas 1 e 2).
  • Abertura oficial: 19 de março (quinta-feira), das 18h às 21h.
  • Período de visitação: 20 de março a 7 de junho de 2026.
  • Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 10h às 18h.

Programação especial de abertura:

Roda de conversa: Dia 18 de março (quarta-feira), às 19h, no Miniauditório. Bate-papo com a curadora Anna Roberta Goetz, Juliana Kerexu e Mestre Kandiero. (Capacidade: 50 lugares, entrada mediante inscrição).

Visita temática “Arquiteturas da Destruição”: Dia 20 de março (sexta-feira), às 11h. A visita propõe conexões entre diferentes contextos de violência ambiental e estrutural e contará com interpretação em Libras.

Mostra da 36ª Bienal de São Paulo chega ao MON com foco na relação humana com a terra
(Foto: Natt Fejfar)

Com informações de Agência de Notícias da Secretaria de Cultura do Paraná


Alfredo R. Martins Jr. é jornalista e a voz principal do Jornal O Paranaense. Formado em Comunicação Social com especializações em Marketing e Gestão de Comunicação, possui mais de 17 anos de experiência na análise do cenário paranaense. Sua missão é traduzir a complexidade da política, economia e cultura do estado em informação clara, acessível e relevante para o leitor.
Alfredo R. Martins Jr.
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