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Susto na madrugada: Onça-parda é resgatada em quintal de Maringá e levada para reabilitação em Londrina

Susto na madrugada: Onça-parda é resgatada em quintal de Maringá e levada para reabilitação em Londrina

(Foto: Alexandre Marchetti)

Susto na madrugada: Onça-parda é resgatada em quintal de Maringá e levada para reabilitação em Londrina


Felino de um ano e meio foi capturado sem ferimentos pela Polícia Ambiental após ser avistado por moradora; animal passará por bateria de exames no CAFS da Unifil antes de ser devolvido à natureza.

Uma visita inusitada assustou moradores de Maringá, no Noroeste do Estado, na madrugada desta terça-feira (3). Uma onça-parda (Puma concolor) foi encontrada dentro de uma residência em área urbana, mobilizando equipes do Instituto Água e Terra (IAT) e do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA).

O animal, uma fêmea jovem de aproximadamente um ano e meio, foi avistado pela própria moradora da casa, que acionou imediatamente as autoridades. A captura foi realizada com sucesso e sem ferimentos ao animal.

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Tratamento e Destino

Após o resgate, o felino foi transferido para o Centro de Atendimento à Fauna Silvestre (CAFS) do Centro Universitário Filadélfia (Unifil), em Londrina. O local é parceiro do Estado no acolhimento de animais silvestres.

Agora, a onça passará por uma bateria completa de exames clínicos e laboratoriais. O objetivo dos veterinários e biólogos é verificar se ela está em condições de saúde adequadas para retornar imediatamente ao seu habitat natural ou se precisará de um período de recuperação.

Sobre a Espécie

A onça-parda, também conhecida como suçuarana ou leão-baio, é um animal de hábitos solitários e noturnos. Adaptável, ela vive tanto em florestas quanto em áreas montanhosas. Carnívora, alimenta-se principalmente de pequenos mamíferos e aves. Sua presença em áreas urbanas, embora assustadora, geralmente ocorre quando o animal se perde de fragmentos florestais ou busca alimento.

O que é o CAFS?

Os Centros de Apoio à Fauna Silvestre são unidades estratégicas regulamentadas pela Instrução Normativa 06 de 2025. Eles funcionam como “hospitais de triagem” para receber animais resgatados em fiscalizações ou entregues voluntariamente.

O destino dos animais varia:

  • Soltura: Prioridade sempre que o animal tem condições de sobreviver sozinho.
  • Cativeiro: Encaminhamento para zoológicos ou mantenedores licenciados quando o animal não pode mais voltar à natureza (por sequelas físicas ou domesticação).

Viu um animal silvestre? Saiba o que fazer

O IAT alerta que a população jamais deve tentar capturar ou afugentar animais silvestres por conta própria.

  • Ligue 181: O Disque Denúncia atende casos de animais feridos ou em risco.
  • Informe Detalhes: Localização exata e condição do animal ajudam na rapidez do resgate.
  • Ouvidoria IAT: Também recebe denúncias de crimes ambientais e tráfico de animais.
Susto na madrugada: Onça-parda é resgatada em quintal de Maringá e levada para reabilitação em Londrina
(Foto: Divulgação AIT)

Com informações de Agência de Notícias do Governo do Paraná


Alfredo R. Martins Jr. é jornalista e a voz principal do Jornal O Paranaense. Formado em Comunicação Social com especializações em Marketing e Gestão de Comunicação, possui mais de 17 anos de experiência na análise do cenário paranaense. Sua missão é traduzir a complexidade da política, economia e cultura do estado em informação clara, acessível e relevante para o leitor.
Alfredo R. Martins Jr.
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