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Teatro Zé Maria recebe Antropofocus com a comédia premiada “Pela Hora da Morte”

Antropofocus apresenta “Pela Hora da Morte” no Teatro Zé Maria Santos

O Teatro José Maria Santos, em Curitiba, será palco de uma curta temporada do grupo Antropofocus com a comédia teatral “Pela Hora da Morte”. As apresentações ocorrem de 5 a 8 de fevereiro, de quinta a domingo, com sessões às 20h na quinta e sexta-feira, e às 19h no sábado e domingo.

O espetáculo, que já conquistou o prêmio de Melhor Direção e Melhor Cenário no Troféu Gralha Azul de 2023, promete provocar reflexões através do humor.

Uma Sátira Afiada ao Sistema de Saúde

“Pela Hora da Morte” é uma montagem que utiliza a sátira para abordar o atendimento no sistema privado de saúde. A trama acompanha uma mulher em uma luta desesperada para provar que está viva, após uma série de desencontros burocráticos em um hospital. A partir dessa premissa absurda, a peça escancara a desigualdade social e como o poder financeiro pode transformar a vida em uma mercadoria.

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Desumanização e Machismo Estrutural em Cena

O espetáculo mergulha na desumanização que ocorre em nome do lucro e na violência do machismo estrutural. A protagonista, uma paciente em risco de vida, se vê submetida a decisões burocráticas cruéis que ameaçam seu direito mais básico: o de viver. A peça questiona a quem devemos acreditar quando a papelada contradiz a própria existência.

Origem e Influências da Peça

Dirigido por Anne Celli, integrante do Antropofocus desde 2006, “Pela Hora da Morte” teve sua concepção inicial alterada pelo contexto da pandemia de Covid-19 e pelas notícias sobre priorização de atendimentos para pessoas com maior poder aquisitivo. A dramaturgia, desenvolvida colaborativamente por Anne Celli, Andrei Moscheto e Bruno Lops, reflete as dificuldades enfrentadas por muitos brasileiros na busca por cuidados de saúde.

A Sinopse Detalhada: Uma Luta Contra a Burocracia da Morte

A história se desenrola no Hospital Saint Monnaie, onde uma paciente com apendicite aguda é levada para cirurgia. Uma triagem surreal revela que ela não possui o plano mais exclusivo, o Premium, que cobriria os custos. A cirurgia é interrompida abruptamente, e a paciente morre em meio a discussões médicas. O hospital tenta encobrir a negligência, mas o inexplicável acontece: a paciente

Alfredo R. Martins Jr. é jornalista e a voz principal do Jornal O Paranaense. Formado em Comunicação Social com especializações em Marketing e Gestão de Comunicação, possui mais de 17 anos de experiência na análise do cenário paranaense. Sua missão é traduzir a complexidade da política, economia e cultura do estado em informação clara, acessível e relevante para o leitor.
Alfredo R. Martins Jr.
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