(Foto: Divulgação AEN)
Nova maternidade de Paranaguá registra 164 partos em primeiro mês de funcionamento
Inaugurada no início de abril, a unidade atende gestantes de sete cidades do Litoral paranaense com foco em parto humanizado e infraestrutura moderna.
A nova Maternidade Maria de Lourdes, anexa ao Hospital Regional do Litoral (HRL), em Paranaguá, completou seu primeiro mês de funcionamento com números expressivos. Desde a sua inauguração, no dia 2 de abril, a unidade já realizou 700 atendimentos no pronto atendimento obstétrico, tornando-se o novo porto seguro das famílias da região costeira.
Mais de 160 bebês nascidos no primeiro mês
Neste curto período de atividade, a maternidade já registrou o nascimento de 164 bebês. Os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mostram a seguinte distribuição dos procedimentos realizados:
- Partos normais: 87 nascimentos.
- Cesáreas: 77 nascimentos.
Estrutura atende sete cidades do Litoral
A unidade se consolidou rapidamente como a principal referência para o atendimento de alta complexidade a gestantes no Litoral do Paraná. A estrutura pública foi desenhada para garantir suporte de saúde gratuito para famílias de sete municípios:
- Paranaguá
- Pontal do Paraná
- Matinhos
- Guaratuba
- Antonina
- Morretes
- Guaraqueçaba
Como funciona a nova estrutura de leitos
Para dar conta da demanda regional, a maternidade recebeu R$ 11,2 milhões em investimentos e foi equipada com espaços projetados para o conforto das mães. Ao todo, o local disponibiliza:
- 23 leitos de internação.
- 3 leitos de observação.
- 5 leitos do tipo PPP (pré-parto, parto e pós-parto).
O modelo PPP é considerado um dos grandes diferenciais do hospital. Essa estrutura permite que a mulher passe por todas as fases do nascimento do bebê e de sua própria recuperação em um único ambiente privativo, sem a necessidade e o desconforto de ser transferida de sala durante as contrações.
Foco no atendimento humanizado e alívio da dor
A proposta da maternidade é colocar a mulher como protagonista no momento de dar à luz. Para isso, a equipe multidisciplinar de médicos e enfermeiras obstetras oferece métodos não farmacológicos (sem uso de remédios pesados) para o alívio da dor, reduzindo intervenções desnecessárias.
Para ajudar no relaxamento e estimular o parto normal de forma menos dolorosa, as gestantes têm à disposição:
- Aromaterapia.
- Musicoterapia.
- Bolas suíças (bolas de pilates para exercício pélvico).
- Banhos mornos.
Histórias reais: o acolhimento na prática
O primeiro bebê a nascer na nova maternidade foi a pequena Helena, às 4h11 da manhã do dia 9 de abril. A mãe, Maria Izabel, de 20 anos, mora em Pontal do Paraná e destacou o apoio prático e emocional recebido no local.
“Minha mãe esteve o tempo todo ao meu lado, me mostrando que, mesmo virando mãe, eu continuava sendo filha. As enfermeiras me ajudaram na amamentação e logo subimos para o quarto. Lá, o atendimento continuou ótimo. Me ensinaram a dar banho, vinham conferir a temperatura e ver se estava tudo bem comigo e com a nenê. Estavam sempre presentes e dispostas.“
Outra mãe atendida foi Ana Paula Costa, de 33 anos, moradora de Paranaguá. Ela passou pelo processo de indução para o nascimento de Antonella e aproveitou a internação segura para concluir seu planejamento familiar, realizando uma cirurgia de laqueadura logo após dar à luz.
“A dor da indução vem bruta, mas os dias que passei lá foram sempre acompanhados por médicos e enfermeiras muito atenciosos e prestativos. Não tenho do que reclamar. Aproveitaram que eu já estava lá e realizaram o procedimento [laqueadura]. Foi um processo que contou com o apoio total dos funcionários.”

Com informações de Agência de Notícias da Secretaria de Saúde do Paraná
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