Reino Unido estuda proibir redes sociais para crianças e adolescentes; consulta pública mira modelo da Austrália

O que está em discussão

O Reino Unido abriu nesta segunda-feira (20) uma consulta para avaliar novas regras sobre o uso de redes sociais por menores de idade. Entre as possibilidades, está a proibição do acesso para crianças e adolescentes abaixo de uma faixa etária a definir, além de diretrizes mais rígidas para o uso de telefones celulares em escolas.

Modelo australiano em análise

Segundo o governo, ministros viajarão à Austrália, que no mês passado anunciou a proibição de redes sociais para menores de 16 anos, tornando-se o primeiro país a adotar uma medida nacional desse tipo. A visita busca compreender de perto como a política foi desenhada e implementada.

Base em evidências

As autoridades britânicas afirmam que vão examinar evidências e experiências internacionais sobre uma ampla gama de propostas. O objetivo é avaliar a eficácia de uma eventual proibição para menores e, se adotada, definir o melhor caminho para colocá-la em prática.

Próximos passos

A consulta deve reunir contribuições de especialistas, educadores e sociedade civil. As conclusões embasarão a tomada de decisão sobre possíveis restrições ao uso de redes sociais por menores e sobre orientações mais firmes para o uso de celulares no ambiente escolar.

Alfredo R. Martins Jr. é jornalista e a voz principal do Jornal O Paranaense. Formado em Comunicação Social com especializações em Marketing e Gestão de Comunicação, possui mais de 17 anos de experiência na análise do cenário paranaense. Sua missão é traduzir a complexidade da política, economia e cultura do estado em informação clara, acessível e relevante para o leitor.
Alfredo R. Martins Jr.

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