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Ultraleve Cessna 170A da Visual Propaganda Aérea cai no mar de Copacabana

Um ultraleve modelo Cessna 170A (matrícula PT-AGB) caiu no mar de Copacabana, no Rio de Janeiro, no início da tarde deste sábado (27). O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 12h34 para a ocorrência, que se deu na altura do Posto 3 da orla carioca.

Equipes de resgate retiraram do mar o corpo do piloto do avião de pequeno porte no início da tarde deste sábado (27). O acidente mobilizou uma grande operação de busca e salvamento na movimentada praia carioca.

O Cenário do Acidente

O sábado registra sol forte no Rio de Janeiro, atraindo um grande número de pessoas às praias, especialmente em Copacabana. A queda do ultraleve ocorreu em uma área movimentada, próxima ao icônico hotel Copacabana Palace e ao local onde está montado o palco principal para as celebrações de Réveillon. Em dias de grande movimento, é comum a circulação de ultraleves que expõem faixas publicitárias sobre a orla carioca.

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Detalhes da Aeronave

A aeronave envolvida no acidente é um monomotor Cessna modelo 170A, identificada pela matrícula PT-AGB. De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o ultraleve tem capacidade para apenas uma pessoa. O equipamento é operado e de propriedade da empresa Visual Propaganda Aérea – Eireli. A situação de aeronavegabilidade do ultraleve era considerada normal, o que significa que estava apto a voar antes do incidente.

Investigação em Curso

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), já informou que está investigando as causas da queda do ultraleve. O trabalho de apuração será conduzido por investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), que é o escritório regional do Cenipa.

A FAB detalhou que, durante a ação inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicarão técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações cruciais para a investigação. A expectativa é concluir a apuração no menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade da ocorrência e da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes para o acidente.

Alfredo R. Martins Jr. é jornalista e a voz principal do Jornal O Paranaense. Formado em Comunicação Social com especializações em Marketing e Gestão de Comunicação, possui mais de 17 anos de experiência na análise do cenário paranaense. Sua missão é traduzir a complexidade da política, economia e cultura do estado em informação clara, acessível e relevante para o leitor.
Alfredo R. Martins Jr.
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